Rodrigo Bocardi

Rodrigo Bocardi de Moura nasceu em 4 de janeiro de 1976 em Ipaussu, pequena cidade do interior de São Paulo, quase divisa com Paraná. Começou como apurador de notícias na rádio e TV Bandeirantes em 1997. Logo, virou produtor e editor de texto do Jornal da Noite. Pela Band, cobriu a Copa de 1998, na França. Nesse período acumulou a produção do programa policial Na Rota do Crime na TV Manchete. A entrada na Globo foi em 1999 como editor de texto do SPTV-2ª edição.Ficou apenas um mês no telejornal. Foi logo convidado para o Jornal da Globo, que começava uma nova fase.

Bocardi saiu da Globo, em 2003, para encarar um desafio. Com outros brasileiros, recebeu um convite para trabalhar na TV pública de Angola. Durante um ano e dois meses, o repórter foi a quase todos os países da África, conhecendo as condições sub humanas em que vivem seus habitantes.

Chegou a fazer algumas matérias de Angola para a Globo, entre elas, a última entrevista do embaixador da ONU, Sérgio Vieira de Mello, antes de ser morto em um atentado no Iraque. Em 2004, voltou à Globo como repórter de rede. Fazia matérias, principalmente, para o Jornal da Globo. No ano seguinte, começou a se destacar na cobertura do escândalo do Mensalão.

Em janeiro de 2009, Rodrigo Bocardi assumiu a função de correspondente em Nova York. A primeira cobertura foi a posse de Barack Obama. Nos quatro anos nos Estados Unidos, ele teve que mostrar fôlego de esportista. Foi atrás de um tornado no meio oeste dos EUA, acompanhou as passagens dos furacões Irene e Sandy.

Bocardi ficou 30 dias em Los Angeles, em 2009, depois da morte de Michael Jackson, com “furos” sobre as investigações sobre a morte e também a entrada exclusiva em Newerland, a casa do ídolo pop.

O jornalista retornou ao Brasil quatro anos depois para mais um desafio: apresentar um telejornal pela primeira vez. No dia 6 de maio de 2013, ele assumiu a bancada do Bom Dia São Paulo, com uma proposta de um jornal mais dinâmico, com muitas entradas ao vivo. Já adaptado à nova função, ele destaca os quadros criados como Tudo Anormal e Reforma e Puxadinho, entre outros, e as entrevistas duras e incisivas que viraram a marca do telejornal.